segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Uma mordida


Ele disse que quando me visse me daria um abraço. Ele deu. Um longo abraço. Me apertou e levantou, meus pés saíram do chão. Eu beijei sua bochecha.

Percebi que nossa amizade não ficaria apenas no abraço. Minha boca escorrega ao encontro da dele. É inevitável. Aquele sorriso mexe comigo. Me provoca, instiga, dá calor, faz frio na barriga, alegra, dá medo, insegurança, desejo, e mais um milhão de sensações.

O beijo? Foi doce, amargo, salgado, molhado, animal, irracional, imperativo, deliciosamente saboreado. Mas acima de tudo foi corporal, foi o “beijo-sincronizado”, onde os movimentos se encaixam perfeitamente, cada milímetro do meu corpo encostado no dele, como uma dança ensaiada.

E assim ele vai mexendo comigo, em conversas de amigos e encontros providos pelo acaso. Ele fez meu dia mudar, meu corpo aquecer, minhas palavras sumirem. Antes de ir mordeu meu ombro, disse que era para eu não esquecer, era uma recordação. Ordinária, safada, deliciosa e latente recordação.





Rod Rocha, O Safadinho...

Musica: Deja Vu - Beyoncé

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Não apenas para mim...



Um dia você chegou e fez minhas esperanças voltarem,
Com tudo o que podia acontecer deixei as coisas rolarem,
Agora entendo quando você diz que tudo chegou ao fim,
Aquilo tudo não era assim, não apenas para mim,

Hoje sei que não posso mais olhar para trás,
O que foi bom, agora são lembranças, nunca mais,
Mas eu sei, nós sabemos, que não é simples assim,
As feridas doem muito, não apenas para mim,

Se pudesse te dizer algo mais diria que sinto sua falta,
Mas na verdade não posso mais ser eu mesmo, isso mata,
Mas quem sabe um dia eu te veja novamente e em fim
Te abrace de novo, e seja bom, não apenas para mim,

Agora cada um segue seu caminho, distantes de mais,
Você pede para eu esquecer-te, eu me digo jamais,
Foi tudo tão maravilhoso, e mesmo assim foi ruim,
Quero que tudo melhore, não apenas pra mim,

Talvez eu consiga não pensar mais em você,
Espero que faça o mesmo, rasgue tudo sem ler,
Para que ambos entendam, que em meio ao motim,
Houve paixão e calor, não apenas para mim...

Não posso mais esperar, tudo está tenso, talvez frio,
As mágoas vão passar, deixando o que ocupam um vazio,
Sei que vai sair dessa feliz, as coisas são mesmo assim,
E um dia o sol brilhará muito mais, não apenas pra mim...

Espero que essa leitura faça bem, não apenas pra mim...

Rod Rocha em Gostos de escrever poesias sem métrica, sem profissionalismo, mas de coração.

Beijos!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Ao Idiota

Idiota,





Toda história pra ser interessante tem que ter um bom começo, se não, acabamos não dando continuidade, a nossa não foi diferente. Eu estava encantado e cheio de expectativas, para mim a hora não era propícia, mas sentia que não podia deixar você passar.
Foram 156 e-mails e um encontro, com direito a U2 de trilha sonora, toda vez que ouvir Pride vou lembrar de você. Mas nem todo conto é de fadas, e muito menos os encantos são para sempre. Conhecer você hoje encaro como um teste de caráter, isso mesmo, pois em meio a tanta atração física, vejo que não estou disposto a abrir mão de alguns princípios para abrir-te a porta do meu coração.
Você me convenceu no inicio de que era um bom rapaz, inteligente, centrado e de otima aparência, claro. Quando começamos um envolvimento mais forte, você me jogou um balde de água fria, disse que não estava pronto para assumir algo serio, e não podia apenas ficar por ficar comigo, eu realmente era um cara que valia pena namorar. Que conversa bela, eu sempre quis ouvir isso de alguém. E foram tantas as palavras ditas, que minha caixa de e-mail já nem suporta mais....
Após uma conversa séria, você a concluiu afirmando que abriu seu coração para mim, eu como sempre fui compreensivo e tentei me colocar no seu lugar, e nesse momento abriram-se vários questionamentos. Você com toda sinceridade do mundo respondeu todas, o encanto já havia se tornado consideração, mas suas verdades transformaram a consideração em desprezo. Infelizmente percebi que em todo esse tempo, o um mês que dediquei meu tempo para ti, fui enganado graças a sua sinceridade.
Sua sinceridade é ornada por omissões, julgamentos equivocados e frios cálculos de estoque. Você é um estoquista de namorados. Saber que era um associado da Master Idiota SA, não foi surpreendente, mas absolutamente desagradável. Você de fato, é um ator digno do Troféu Framboesa, na categoria monologo, suas palavras são vagas, e os expectadores admirados não interagem com você, pois sua conversa é exclusiva para ti, sem coerência ou veracidade.
Após ouvir suas lamurias, percebo que sua estima não é baixa como havia me convencido, seu ego é enorme, você precisa de no mínimo três trouxas para acalentá-lo, necessita de muita atenção, pois no seu intimo tu sabes que ser o centro do universo é um sonho para todo mortal. Mas então fazer por onde isso aconteça, é simplesmente lamentável, e como você se lamenta, não agüento mais ouvir seus murmúrios.
Cansei da sua reclamação hipócrita, suas palavras são controversas e suas ações são deprimentes. Não consigo ter pena de ti, também não desejo seu mal, embora eu saiba que você vai se dar mal. Seu pior inimigo é você, querido, tu mesmo te colocas em maus lençóis, nesses você escreve com o suor de seus parceiros enganados, uma triste historia de alguém convencido a não se convencer. Você jamais terá estrutura para aceitar seu próprio caráter.
Esperava que você fosse maduro, vinte sete anos de carreira, e se comporta como um teen em ascensão, cheio de dúvidas e medos. Mas com a experiência que você proporcionou-me, vejo que devo sempre esperar o pior das pessoas, o que vier de bom deve ser sempre uma agradável surpresa. Não quero que penses que foi uma grande decepção, pelo contrário essa foi brincadeira de criança perto do que já vivi, mas elas nunca são bem-vindas.
Peço que pare de tentar ser meu amigo, não quero sua presença no meu convívio, eu sou infinitamente mais do que imagina, e você não é digno disso. Não tente mais me convencer que seus sentimentos por mim, são bons e verdadeiros, o bem deles restringe-se a ti mesmo. Não me julgues infantil por te afastar da minha vida, pois para dizer não às drogas o indivíduo tem que ser maduro. Muito menos ouse dizer qualquer coisa em meu nome, melhor esquecê-lo, assim como já não quero usar o seu, e não o fiz.
Eu sei, que você sente muito por isso, mas pense pelo lado bom, ainda tem dois trouxas para consolar-te. Eu já não preciso de consolo, me desfazer de você é fácil, sua proposta tornou-se obsoleta, sem graça, sem futuro. A tua pessoa para mim representa uma sensação de enjôo, há uma empolgação grande em querer-te longe. Você não me serve mais, me aperta, sufoca, irrita, incomoda, transcende a minha paciência...
Idiota, agora eu sei que você não precisa de mim, você precisa de qualquer um, basta apenas ser um alguém que inflacione o seu ego, o bastante para você subir até as nuvens de prazeres medíocres, pelo que parece é o seu objetivo, viver de sensações passageiras regadas a orgasmos e desavenças. Não te julgo mal por isso. Apenas aceito que isso não me convém adquirir.
Por fim, quero alertá-lo que seus sentimentos são levianos, suas palavras envenenadas e sua realidade triste. Não posso mais me dirigir a você com respeito, você não o tem, nem por ti mesmo. Portanto me despeço, com um belo sorriso e um aceno distante, com um ar de até breve, mas um breve de nunca mais. Estou livre de você, e isso me faz muito bem.

Honrosamente dedico essa carta a quem me fez chorar por me chatear, também o mesmo que me fez rir por ser patético.

Rodrigo Rocha Fortaleza

[Rod Rocha em Desgostos e Cartas de Desabafo]

Leia também "Aos Idiotas": http://luminariatranscendental.blogspot.com/2009/04/aos-idiotas.html

Trilha sonora: Pride do U2 e me Adora da Pitty

^^

domingo, 11 de outubro de 2009

O Bobo Mágico...

Meu nome é "O Bobo Mágico". Por que? Porque eu adoro me iludir. Isso mesmo, sou um verdadeiro ilusionista, minha platéia é meu coração, o mágico a mente, a vida o palco. Basta chegar um novo número com um belo sorriso e uma conversa agradável e o espetáculo começa...
Há anos prometi para eu mesmo, que não me envolveria com ninguém ao menos que fosse com bases sólidas e provas de reciprocidade, pois bem, não cumpri, pior, foram várias as vezes que transformei sapos em principes, só com um simples beijo. Esses contos de fadas deveriam ser retirados da sociedade, criam gerações de frustados sonhadores.
Minha hístoria começa em um belo baile de iverno. A noite estava fria, mas o calor da música e do vinho irradiavam alegria em todos os convidados. Eu já tinha me divertido, cantado, dançado e meus amigos estavam contentes. Muitos cavalheiros naquela noite havia me cortejado, confesso que dei vasão à alguns, sempre bom inflar o ego, não mesmo?
No final da noite um cavalheiro gentil encostou-se e olhava me nos olhos com profundidade, sorria um sorriso de interesse, tentei desviar, mas não pude, não por ele ser belo, mas por me encantar de alguma forma, talvez não tenha sido ele, mas o mágico que citei anteriormente... Nos beijamos por alguns instantes, ele me imobilizou com sua voracidade e fez me sentir regozijante preza sua.
Ao término do baile, nos despedimos e trocamos endereços para correspondências. Quatro dias depois, escapei de meu castelo e fui encontrar o Cavalheiro Sincero, esse era seu nome, em sua carruagem, tivemos momentos inesquecíveis de extrema particularidades, as quais fica a critério do mágico de cada um, tirar da cartola o que aconteceu...
Após o nosso passeio agradável trocavamos cartas diariamente, cada vez que minha pomba trazia um resposta de meu cavalheiro sentia que aquela magia aumentava. Os dias pasaram, haviam cartas e cartas de meu doce cavalheiro, mas não podiamos nos ver pois ele era homem trabalhador e ocupado. Também me contara que estava enamorado com o Cavalheiro Enganado, não pude ver maldade uma vez, que o Ilmo. Sr. Enganado, se achegara primeiro ao meu afer....
Em poucos dias notei que as cartas mudavam, a distância e o tempo diminuiram a intensidade dos desejos, eu ansioso em vê-lo, ele se desculpava em não poder estar próximo... Um belo dia minha pomba trouxe um carta dele que em seu conteúdo haviam injúrias lastimáveis, me defendi, pois jamais me abnegaría da verdade, então ele pedira perdão com intensidade, eu o perdoei, mas ali eu soube, o numero de magia havia acabado.
Suas confusas palavras trouxeram a dureza da realidade ao meu espetáculo. A platéia assustou-se em ver qua era apenas um truque, que, aquele relacionamento era feito de palavras e um pequeno momento feliz, em sua estrutura não haviam alicerces para ostentarem um grande número de mágica. A platéia por um breve momento desesperou-se o mágico tentou consolá-la, o palco ficou grande de mais, o show interrompera por instantes...
Mais um espetáculo que se acaba, a platéia triste e sempre insaciável. Eu tenso por ter mais uma vez me iludido. Percebo que minha história não acaba aqui, um dia o número de mágica dará lugar a um belo espetáculo circense onde criativos risos serão fruto de momentos inusitados. Por enquanto basta esperar que as cortinas se abram novamente, pois o show tem que continuar. Um dia minha promessa será cumprida...

"Leve essa carta para longe, pomba minha, e com ela essas vagas lembraças que vieram de um baile de inverno e um Mágico Bobo..."

"Dedico esse conto ao Cavalheiro Sincero. Ele me encantou com seu sorriso, venceu-me com sua sincerdade e por breve espaço de tempo me fez cativo em seus distantes braços... Porém nada que pode me fazer mal, me mantém hipnotizado, inclusive palavras sinceras acompanhadas de olhares verdadeiros..."

Grato.

O Bobo Mágico...


[Rod Rocha em Desgostos.]

domingo, 27 de setembro de 2009

Assim caminha a humanidade...




Quem leu meu ultimo post viu o quanto eu estava feliz por ter acreditado achar a pessoa certa, todavia estava enganado, lastimável, mas não posso deixar de admitir que aprendi muito com essa experiência.


Descobri que não preciso ter alguém me paparicando para ser alegre, mas um agrado sempre faz bem...

Que por melhor que seja dizer “Eu te amo” as pessoas dizem por leviandade, talvez por falta de vocabulário...

Que é melhor não concordar com outros apenas para agradá-los, melhor chegar em um consenso...

Que dizer "não" é necessário, mas sempre é deprimente...

Que não podemos esquecer dos amigos quando estamos em um namoro, precisamos uni-los...

Que depois de tudo acabar, o amor vira a mais pura repulsa, nem sempre...

Que é melhor estar com vários na curtição que com um de saco cheio, maldito ditado de passarinhos...

Que as pessoas não são o que parece, são os que suas atitudes traduzem, mas com menos enfase quando estamos emocionalmente envolvidos...

Que eu não devo dizer "nunca", pois ele pode virar um "sempre" ainda mais desagradável...

Que o amor é conquistado, não cai do céu, e essa conquista talves leve anos...

Que não é só de caricias e sexo que uma relação vai pra frente, mas por simplismente ser autentica...

Que um dia a gente sente que vai acabar, mas tenta dar continuidade...

Que quem termina sai sempre como o mau caráter...

Que hoje eu gosto de estar junto, amanhã eu não sei...

Que eu tenho o direito de ser feliz com quem eu quero, pouco importa a opinião alheia...

Que tudo vale a pena se você não dá aos momentos um peso maior que de fato eles têm...

Que é melhor não manter contato com “ex”, pois isso é perda de tempo...

Que a beleza é questão de ponto de vista, estética e intelectos precisam se harmonizar...

Que as palavras são mais em vão que de coração...

Que o poder está com quem sabe ponderar o valor da relação...

Que as pessoas mudam, mesmo em pouco tempo...

Que a compreensão nunca é completa...

Que às vezes o silencio fala mais alto...

E que estou feliz por abandonar quem já não me fazia sorrir pela manhã...

Não acredite que um parceiro te trás a felicidade, ele pode ser um elemento, mas jamais o único. Precisamos entender que felicidade é compartilhada e não depositada em figuras criadas por nossos pensamentos. Pessoas nunca são boas o suficiente, portanto se agregue àquelas que te fazem bem, assumam compromissos quando souber quem é o felizardo. Afinal, não estamos na Índia...

Beijo me liga! ^^

Rod Rocha, o solteiro...

Música: Assim caminha a humanidade (Lulu Santos)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Finalmente


Depois de tanto reclamar sobre os idiotas e pretendentes a fuckfriends parece que a luz chegou aos meus dias. Engraçado como de repente alguém muda todas as suas perspectivas e nada mais é como era, nada mais faz tanta diferença, pois alguém está ali, do nosso lado.
Não sabemos definir quais são os sentimentos, mas os momentos bons parecem falar mais alto e começamos a lembrá-los desejando outros iguais ou melhores. Mesmo sabendo que o pra sempre não existe, queremos prolongar a sensação de estarmos envolvidos por quem faz nosso dia começar belo.
Parecemos químicos estudando reações de variadas experiências e como tudo parece ser prazeroso mesmo que sutil. Ficamos em alerta, a boca abre depois de pensar mil vezes, nossa temperatura sobe, beijamos, e como beijamos, infinitos beijos em sua finitude.
Que seja duradouro, pois tudo que fica em nossas mentes é eterno, o que levamos dessa vida é isso, lembranças, aprendizado e saudades. Aproveitemos o que há em nossa frente sem temer as dores, afinal paixões entorpecem feridas, alegram dias e sem duvidas é um cosmético eficaz. Finalmente, apaixonado.

Beijos!

Rodrigo, o encantado.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O gato, a Loira e o Guarda-Louça.


Uns dias atrás eu estava tranqüilo em meu quarto quando minha mãe entrou irritadíssima e gritou: “Tem um rato na cozinha!”. O gato da minha irmã estava lá tentando pegar a peste, mas não conseguia e minha mãe e irmãs em pânico.
A gente passa por cada episódio nessa vida que parece piada... Claro que sobrou pra eu ter que ir lá fazer a dedetização, o problema é que o meu medo de roedores é igual ou semelhante ao da mulherada lá de casa, então entramos em discussão.
Como o rato havia entrado? Só havia uma alternativa, o maldito gato já havia trazido anteriormente um rato pra casa, pois ele é muito solidário ou solitário, e não faz mal nem às moscas quem dirá um rato, só podia ser ele o responsável pelo novo hospede...
Sugeri que o ser louro da minha irmã se livrasse do rato, uma vez que o gato dela o acolhera em nossa casa, mas ela foi a primeira a evaporar e se trancar no seu quarto. Pois bem, lá foi eu com minha misera coragem dar um fim naquela situação. O rato estava em baixo do guarda-louça, o gordo bichano tentando alcançá-lo e eu em cima de uma cadeira com uma vassoura em mãos aguardando a saída do roedor e o felino fazer seu papel natural, engoli-lo.
Felizmente o rato saiu, o bichano o pegou e não fez nada, ele apenas queria brincar e me atrapalhar. Tive que primeiro me livrar do gato, foram três vassouradas até ele sair da narração, faltava então o pequeno roedor que já estava gritando de medo em coro com as ladys do meu lar, puxei toda a coragem escondida no meu ser, tirei o guarda-louça do lugar e dei uma vassourada no rato que ele voou pela porta da cozinha para o quintal, não podia matar a praga, tive dó confesso, era um filhotinho.
Pensando que a irritação havia acabado, a bruxa loira da minha irmã saiu de seu aposento me questionando sobre o gato, as vassouradas e sobre ele estar do lado de fora da casa, após falar suas asneiras ela saiu atrás do gato, tranquei ela, o gato e o rato quintal a fora, quando disse simultâneamente “vê se o rato ainda está aí”...
Jamais pensei que fosse ver minha irmã pendurada na grade da porta da cozinha em estado de histeria implorando para entrar, aos berros e lágrimas, ela nem se importava mais com o gato, o rato tinha muito mais peso que o Papa nessa hora. Engraçado? Foi hilário!
É engraçado saber que um ratinho pode significar um elefante assino africano para algumas pessoas, mas que você tem que se livrar dele e do jeito que elas querem. A moral da crônica é que se você não ajuda, certifique-se de atrapalhar o outro time caso contrario, você está “fora”... No sentido literal da palavra...

Obs.: Minha irmã voltou a falar comigo alguns dias depois, o gato ainda esta assustado com minha pessoa, o rato voltou dois dias depois disso e foi morto pelo meu cachorro que graças a Deus não o ingeriu e passa muito bem...

Beijos!